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Homem é preso após cobrar R$ 2,5 mil por uma caipirinha de turista em Copacabana

Homem é preso após cobrar R$ 2,5 mil por uma caipirinha de turista em Copacabana Um homem foi preso nesta sexta-feira (13) após cobrar R$ 2.500 por uma caipi...

Homem é preso após cobrar R$ 2,5 mil por uma caipirinha de turista em Copacabana
Homem é preso após cobrar R$ 2,5 mil por uma caipirinha de turista em Copacabana (Foto: Reprodução)

Homem é preso após cobrar R$ 2,5 mil por uma caipirinha de turista em Copacabana Um homem foi preso nesta sexta-feira (13) após cobrar R$ 2.500 por uma caipirinha de um turista colombiano em um quiosque na Avenida Atlântica, em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com a Polícia Militar, agentes do patrulhamento de praia do 19º BPM (Copacabana) foram abordados por transeuntes que relataram um caso de furto e estelionato no local. Os policiais foram até o quiosque perto de onde a confusão ocorreu e detiveram um homem. Com ele, foram apreendidos uma maquininha de cartão, celulares e cerca de 1 quilo de drogas. O colombiano abordou os militares e denunciou o golpe. O turista afirmou que pediu uma caipirinha. O vendedor, o homem que seria preso depois e que se apresentou como ambulante, disse que a bebida custava R$ 80. Ao passar o cartão, no entanto, a cobrança foi de R$ 2.500. A ocorrência foi registrada na Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat). A Orla Rio, concessionária responsável pela administração de 309 quiosques da orla carioca, esclareceu que o episódio não possui qualquer vínculo com as operações dos quiosques. “A concessionária reitera que a prática ilícita foi realizada por um ambulante que atuava nas proximidades e se escondeu da polícia dentro do banheiro de um quiosque. Ou seja, o crime não possui qualquer relação com os funcionários do quiosque. A Orla Rio reforça o seu compromisso com a transparência e permanece à disposição das autoridades para colaborar com o que for necessário, e segue trabalhando para garantir a melhor experiência na orla da cidade.” Material foi levado para a Deat Divulgação/PMERJ

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